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Fronteiras Urbanismo · Território, Planejamento, Valor
Vista aérea de uma gleba aberta no fim da tarde, com o traçado de um loteamento implantado ao fundo
Território · Planejamento · Valor

Sua terra. Nosso projeto. Um futuro construído juntos.

Desenvolvemos loteamentos próprios e participamos societariamente de projetos de terceiros pelo Brasil, aportando capital, estruturação e gestão.

Mais que lotes. Cidades que transformam.

Submeta sua área Como funciona a parceria

Os quatro pilares da Fronteiras

Capital

Investimento inteligente, dimensionado para atravessar o ciclo inteiro do empreendimento.

Urbanismo

Cidade antes do produto. Desenho urbano consistente sustenta a valorização e acelera a aprovação.

Sociedade

Terrenistas como sócios. Permuta, participação no resultado ou modelo híbrido.

Metodologia

Praças identificadas antes de estarem disputadas, quando a equação ainda é boa para os dois lados.

O trabalho

Cidades crescem. Municípios evoluem.


Áreas que nasceram rurais ganham, com o tempo, uma nova vocação. O eixo de expansão muda, a infraestrutura chega, o plano diretor é revisto, a demanda se desloca. Enxergar essa virada antes do mercado é o trabalho.

O lote continua sendo a porta de entrada da moradia no Brasil — o Censo 2022 do IBGE registra 87,2% da população vivendo em casa ou em casa de vila e condomínio. É no interior e nas franjas urbanas que esse mercado acontece, e é ali que uma gleba deixa de ser terra e passa a ser bairro.

01

Loteamento não é um produto financeiro antes de ser cidade

Desenho urbano consistente sustenta a valorização e acelera a aprovação. Quem trata gleba como planilha entrega bairro morto — e bairro morto não vende.

02

Obra não é o diferencial

Terraplenagem, drenagem, pavimentação e redes são desafios que a indústria já superou. O que separa um loteamento que dá certo de um que quebra é a inteligência de negócio por trás e o acesso a capital para executar.

03

Loteamento é trabalho de muitas mãos

Urbanismo, aprovação, engenharia, jurídico, comercial, incorporação. Reunimos os melhores especialistas de cada disciplina na estruturação e na execução.

O que raramente se pergunta ao proprietário

O modelo chega pronto. A conversa, quase nunca.


Na maior parte das propostas que chegam a um proprietário de gleba, o formato já vem definido — normalmente alguma modalidade de permuta — e a negociação se resume ao percentual. O modelo em si não é o problema: a permuta é consagrada e, em muitos casos, é a escolha certa.

O que costuma faltar é a conversa anterior a ele. Sem ela, o proprietário acaba dentro de uma estrutura desenhada para o projeto, não para a sua família. Três perguntas evitam isso.

Conheça os modelos de parceria

E se eu precisar de capital antes?

Quando a viabilidade do projeto comporta, é possível estruturar um adiantamento dentro da parceria, abatido da participação futura. Não é sempre, e não é compra da área — é uma antecipação do que já seria seu.

Quanto tempo isso vai levar?

Aprovação, obra e vendas somam anos. Você precisa saber o cronograma real e como recebe ao longo dele — não só no fim.

E o contexto da minha família?

Herança, inventário, sócios irmãos, condôminos, necessidades diferentes entre gerações. Uma estrutura única para famílias diferentes é a origem de boa parte dos conflitos do setor.

Método

Método antes de proposta.


Não fazemos oferta de balcão por metro quadrado. Antes de falar de números, lemos o município, lemos o mercado e entendemos o lugar da sua área dentro da cidade. A mesma gleba vale coisas diferentes conforme o vetor de crescimento, o acesso, a topografia e a rede pública disponível.

Ver o método completo

+25 anos

De experiência dos sócios no mercado imobiliário.

+R$ 3 bilhões

Em VGV somado nos projetos desenvolvidos e estruturados pelos sócios.

30 a 150 mil

Habitantes: a faixa de municípios em que concentramos a análise.

Da Faria Lima para todo o Brasil

Sede em São Paulo, com projetos em diversas regiões do país.

Conhecimento

Escrito para quem tem a terra, não para o mercado.


Guias em linguagem simples sobre como funciona um loteamento, o que pesa na análise de uma área, quanto tempo o processo leva e quais são, de fato, as suas opções.

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Perguntas que chegam com frequência


Vocês compram a área ou entram como sócios?

As duas coisas são possíveis, mas o nosso modelo central é a parceria. O proprietário deixa de vender terra e passa a participar do empreendimento — por permuta, por participação no resultado ou por um modelo híbrido, desenhado caso a caso.

Quando a estrutura de parceria não é a melhor solução para a família, dizemos isso com clareza em vez de forçar um formato.

Preciso pagar alguma coisa para submeter minha área?

Não. A submissão é gratuita, sem compromisso e sem exclusividade. Você não assina nada para ser analisado.

Vocês atuam no meu estado?

Atuamos em todo o Brasil. Nosso foco de análise são municípios de 30 mil a 150 mil habitantes com alto potencial de crescimento, independentemente da região.

Minha área é rural. Isso inviabiliza o projeto?

Não necessariamente. Boa parte dos loteamentos nasce em áreas que eram rurais e ganharam vocação urbana com o crescimento do município. O que importa é onde a gleba está em relação ao perímetro urbano, ao zoneamento e aos vetores de expansão da cidade.

Sua terra. Nosso projeto.
Um futuro construído juntos.


Envie sua área com confidencialidade, sem custo e sem exclusividade. Analisamos o município e o contexto da gleba e retornamos em até 48 horas — inclusive quando a resposta é não.

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